segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Como fazer o recrutador ‘virar a cadeira’ para você

Começou em 14.10.2015 na rede Globo a quarta temporada do The Voice Brasil, no programa o talento é o protagonista, já que a escolha dos participantes depende apenas do impacto causado pela voz. Em um processo seletivo, a escolha também começa às cegas, apenas com as características técnicas (currículo), a partir daí o profissional de RH seleciona os mais aderentes à vaga, os pré-entrevista por telefone e, finalmente, pessoalmente.
No programa, a única dica que os candidatos têm é uma leve ideia do perfil de cada técnico, que não foge muito dos profissionais encontrados nas empresas de modo geral:
Michel Teló, por exemplo, poderia ser comparado ao recrutador tradicional, mais conservador e embora esteja no início de sua participação já dá indícios de seu comportamento mais clássico.
Lulu Santos é bem criterioso e tem um aspecto claro ‘desenvolvedor’, pois mesmo quando o candidato não é aprovado, ele procura motivá-lo e apontar pontos de melhoria para uma próxima oportunidade.
Já Cláudia Leite é total coração. O fato de ser mulher certamente influencia na sua decisão, já que muitas vezes ela acaba deixando o lado emocional fluir mais.
Por último, Carlinhos Brown, que procura perfis bem específicos. Ele não se importa em incluir estilos completamente diferentes, nem em propor desafios. Ele busca o “plus” que realmente será visto com destaque mais para frente.
No entanto, nem sempre é possível ter informações antecipadas do recrutador, mas você pode, por exemplo, se preparar conhecendo mais sobre a empresa que vai trabalhar.

Conheça outras dicas que vão ajudar o recrutador a ‘virar a cadeira’ para você:

  • Impressione desde o primeiro contato, por isso, tenha um currículo que ‘venda bem’ suas qualificações e que exponha de maneira objetiva os pontos fortes de sua carreira.
  • Demonstre que deseja encarar novos desafios que proporcionem o crescimento profissional e novos conhecimentos.
  • Mostre que sempre busca o aprimoramento em relação às demandas e inovações da área de interesse. Profissionais que buscam atualização promovem melhorias e são bem vistos pelos recrutadores.
  • Ao discorrer sobre as experiências profissionais, fale sobre as promoções obtidas ao longo da carreira e enfatize as atividades que se relacionam aos requisitos solicitados pela vaga.
  • Indique o que você será capaz de fazer pela nova empresa, forneça exemplos de participações em grandes projetos e resultados que conquistou em experiências anteriores, denotando assim, seu potencial para trazer bons resultados.
  • Durante a entrevista, sempre que possível, complemente a resposta com algum exemplo, bem-sucedido, vivenciado em sua carreira que comprove sua colocação. Tal iniciativa concede credibilidade às argumentações.
  • Demonstre que possui objetivos em relação à carreira, que estabeleceu metas e que tem uma boa definição do caminho que pretende seguir para alcançá-las.
  • Durante a entrevista, demonstre toda a sua energia e disposição para trabalhar e transmita entusiasmo.
  • Revele o melhor de si, de maneira transparente e honesta, usando sempre o bom senso e mantendo a autoconfiança.

Fonte http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/carreira-sucesso/noticias/como-fazer-o-recrutador-%E2%80%98virar-a-cadeira%E2%80%99-para-voce?sc_source=b2c:newsletter&sc_medium=2015-10-16ces&sc_campaign=ces&sc_content=carreira_sucesso_materia2&utm_source=b2c:newsletter&utm_medium=2015-10-16ces&utm_campaign=525&utm_content=carreira_sucesso_materia2

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

5 dicas para se dar bem em conference calls em inglês

É cada vez mais comum que empresas possuam equipes de trabalho espalhadas por diferentes países. Por isso, as tecnologias para conference calls (teleconferências), seja por áudio ou vídeo, tornam-se fundamentais para a comunicação e o alinhamento desses profissionais. A grande dificuldade surge, porém, quando a conferência precisa ser feita em outra língua.
“Será que vou entender o que estão dizendo?” “E se eu esquecer alguma palavra?” Essas e outras inseguranças, incluindo o medo do famoso “branco mental”, podem assustar e, até mesmo, prejudicar o desempenho de profissionais competentes, mesmo os que já possuem maior afinidade com a pronúncia e o vocabulário da língua estrangeira. Para evitar que isso aconteça, Jaqueline Fernandes da Silva, consultora pedagógica da rede de escolas de idiomas CNA, selecionou cinco dicas para você se dar bem na teleconferência. Confira!
1. Conheça o conteúdo que será discutido
É importante que algum tempo antes da conferência você esteja familiarizado com o conteúdo que será abordado. Faça uma lista com os tópicos relevantes, palavras-chave e vocabulário da área em que trabalha. Isso deixará seu ouvido mais atento e facilitará a compreensão da pauta.
2. Levante informações
Antes da teleconferência, converse com seus colegas de trabalho. Talvez eles já tenham participado de reuniões com o mesmo grupo e tenham alguma informação valiosa para você. Conhecer a nacionalidade dos participantes pode ajudar na preparação com sotaques específicos de falantes nativos.
3. Saiba o grau de formalidade e adequação do uso da língua
Assim como acontece no Português, as teleconferências em Inglês tendem a ser formais, por isso é importante adequar o uso da língua à formalidade que a situação pede. Ao invés de dizer “I don’t agree with you…” (Eu não concordo com você…), por exemplo, o melhor é dizer “I see your point, but I’d like to add that…” (Entendo seu ponto de vista, mas gostaria de acrescentar que…). Lembre-se que a gentileza ao dizer algo pode ser fator importante para o seu sucesso.
4. Ouça e peça que repitam
Muitas vezes ficamos tão preocupados em falar que nos esquecemos de ouvir. Lembre-se de escutar atentamente o que os demais participantes estão dizendo e não tenha vergonha ou medo de pedir que repitam o que disseram. Expressões como “Sorry, would you mind repeating that, please?” (Desculpe, você poderia repetir, por favor?) ou “I’m sorry. I’m not sure I got your point. (Desculpe, acho que não entendi o que disse.) ou “Could you explain that again, please?” (Você pode explicar novamente, por favor?) podem ser utilizadas de maneira delicada e definitivamente não depõem contra seu nível de inglês.
5. Peça a palavra e recapitule o que foi dito pelos demais participantes
Após ouvir, peça a palavra. Inicie sua fala recapitulando o que foi dito anteriormente. Isso ajuda a organizar o pensamento e a confirmar que você realmente entendeu o que foi abordado. Utilize expressões como “According to what our manager said, the…” (De acordo com o que disse nosso gerente…) ou “Still thinking of what we’ve discussed, I suggest…” (Ainda considerando o que já discutimos, sugiro que…)

Fonte http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/carreira-sucesso/dicas-emprego/5-dicas-para-se-dar-bem-em-conference-calls-em-ingles?sc_source=b2c:newsletter&sc_medium=2015-10-16ces&sc_campaign=ces&sc_content=carreira_sucesso_materia5&utm_source=b2c:newsletter&utm_medium=2015-10-16ces&utm_campaign=525&utm_content=carreira_sucesso_materia5

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

As “pegadinhas” das entrevistas de seleção

Quem participa de um processo seletivo, geralmente, fica temeroso à espera das tão famosas perguntas: “Fale-me de você”, “Quais seus pontos fortes”, “Fale de seus pontos fracos”… Não tem jeito. Mas o que será que o selecionador espera ouvir de resposta? O que exatamente ele quer saber do candidato? Existe uma resposta padrão para essas perguntas que mais parecem uma pegadinha? Conversamos com duas consultoras de recursos humanos, Ana Paula Dias e Paula Coutinho, para saber como o candidato deve se comportar nesses momentos. Vamos lá.

Segundo Ana Paula Dias, ao fazer essas perguntas, o selecionador deseja conhecer um pouco da personalidade do candidato e se ele está adequado às exigências do cargo: “Nestes casos, o ideal é que o profissional mencione apenas aspectos positivos de seu comportamento, mesmo quando falar de seus pontos fracos. É importante dizer, por exemplo, que é perfeccionista, autocrítico, pois são características que na verdade serão interpretadas como positivas. Além disso, ainda falando de pontos negativos, pode-se mencionar características técnicas, porém nestes casos é importante destacar que já está se aperfeiçoando”.
Mas será que dá para estabelecer uma resposta padrão? Ana Paula diz que não, pois depende do histórico profissional do candidato. Mentir, jamais; omitir é perdoável, por isso, responda apenas àquilo que o selecionador está perguntando. Ana Paula alerta que é perfeitamente possível perceber se o candidato está mentindo. “Isso vai depender muito da segurança que o profissional irá passar no momento da entrevista, porém, mesmo que a mentira não seja percebida no momento da entrevista, muito provavelmente ela será descoberta no momento de se conferir as referências profissionais ou até mesmo no dia a dia do profissional, caso o mesmo venha a ser contratado, o que com certeza irá prejudicar a sua imagem dentro da empresa”.
Mas, atenção! Todo cuidado é pouco, pois ao responder a essas perguntas, você pode dar uma resposta inadequada.
“O candidato deve procurar ser objetivo durante a entrevista e não se estender demais em assuntos que possam trazer algum ponto negativo referente a sua vida profissional”, comenta a consultora Paula Coutinho. E Ana Paula aproveita para enfatizar a importância de treinar antes de ir para uma entrevista de emprego, e a partir deste treino, avaliar o que pode ou não ser dito. Existem algumas perguntas que são muito frequentes durante um processo seletivo, como por exemplo: “Por que deixou o emprego anterior?”, “Fale sobre seu chefe”, “O que suas referências dirão ao seu respeito?”… O profissional deve treinar para estas questões e analisar quais os pontos negativos que surgem das mesmas e que devem ser disfarçados ou menos enfatizados.

Seu corpo fala por você

No momento da entrevista, o candidato deve tentar se manter o mais tranqüilo possível. O selecionador também está atento a qualquer pequeno gesto. “Evite colocar pertences na mesa do entrevistador; não fique colocando a mão no cabelo a todo o momento (esta atitude deixa claro o nervosismo)… Além disso, desligue o celular para não passar  impressão negativa ao selecionador”, explica Ana Paula.
O  recrutador está de olho em tudo que se passa durante o processo seletivo, pois qualquer atitude do candidato pode indicar uma característica de seu perfil, que será condizente ou não com a vaga em aberto. Por este motivo o profissional deve sempre estar atento a suas atitudes, inclusive durante um café.
“Gestos de apoio, como olhar nos olhos ou balançar a cabeça para quem está falando, criam empatia. Todos podem controlar a linguagem corporal, até certo ponto (mas não totalmente). Em resumo, siga as seguintes dicas: escolha suas palavras com muito cuidado e seja o mais sincero possível para não ser traído pelo corpo”, diz Paula, que ainda dá mais algumas dicas para que você preste atenção aos seus gestos:
Ouço e aprovo – A cabeça pende e o olhar é amistoso, mostrando atenção e aprovação (mão no queixo é sinal de aprovação).
Estou atento – Os olhos atentos e o corpo inclinado para frente indicam atenção e interesse (sobrancelhas levantadas demonstram interesse).
Este é o meu ponto de vista – Gestos enfáticos com as mãos são uma forma de reforçar a mensagem verbal (mãos gesticulam para dar ênfase).
Preciso de conforto – Uma mão afaga o pescoço e a outra abraça a cintura, indicando a necessidade de reafirmação (os braços apegam-se ao corpo).
Dúvidas e mais dúvidas – Massagear a região entre os olhos (fechados) revela conflito interno em relação ao que está sendo dito (olhos fechados e sobrancelhas franzidas expressam dúvida).

“Procuramos profissionais dinâmicos, pró-ativos, organizados, de fácil relacionamento interpessoal”

Pois é. Você se depara com uma vaga com esses pré-requisitos e não sabe o que fazer? Como deixar isso claro para o selecionador? Veja o comentário de Ana Paula: “Este tipo de característica não deve ser mencionada no currículo, pois são informações subjetivas e que não podem ser avaliadas por meio de um documento. No currículo o profissional deve citar apenas situações concretas, ou seja, os resultados alcançados com seu trabalho, os conhecimentos e experiências na área de interesse, formação etc. No entanto, características subjetivas devem ser mencionadas no momento da entrevista, onde terá oportunidade de relacioná-las ao seu dia a dia de trabalho, dando maior credibilidade a elas”.
Ana comenta, ainda, que esses pontos serão mais demonstrados que propriamente citados, no entanto, caso o selecionador questione sobre eles, o ideal é mencioná-los junto a um exemplo do dia a dia de trabalho, pois desta maneira dará maior credibilidade ao diálogo. Além disso, mesmo antes de ser questionado, se o entrevistado perceber a importância de determinada característica, poderá enfatizá-la, embutindo a mesma em algumas questões.

Veja algumas perguntas e as respostas mais adequadas:

Vale lembrar que as respostas padrões não devem ser reproduzidas na íntegra. O ideal é que elas sirvam como guia, mas cabe a cada profissional entender quando pode ou não inserir outras informações importantes sobre a sua conduta no mercado de trabalho.
Como você descreve sua própria personalidade?
Nunca descreva sua personalidade como MARCANTE, DIFÍCIL ou FORTE, para o selecionador estas características podem denotar uma pessoa “encrenqueira”, difícil de se conviver no dia a dia, ou forte demais a ponto de ser intransigente. Tente passar uma ideia de personalidade cooperativa, entusiasta, criativa, conciliadora, objetiva e prática. E fale de sua marca registrada: o que diferencia você das outras pessoas?
Por que você quer sair da empresa?
Todo profissional entra em uma organização para resolver problemas. Se, passado muito tempo e sem uma clara visão externa da empresa, ele começa a FAZER PARTE do problema, está na hora de mudar de emprego (antes que façam isso por ele). Como dizer isso de forma mais amena para os recrutadores? Aí vão, novamente, respostas prontas que sempre funcionam: “Procuro novos desafios”, “Eu tenho um bom potencial, o mercado está ruim, mas eu acredito em mim”.
Quais seus objetivos em longo prazo?
Fale em termos profissionais, sendo bem objetivo: ser diretor de engenharia, gerente-geral ou algo similar. Mostre que traçou metas, pretende fazer cursos, MBA e idiomas.
Quais são seus objetivos em curto prazo?
Seja específico. “Quero ser gerente de vendas, por exemplo, ou outro cargo ascendente em minha carreira”, lembrando sempre o cargo em questão.
O que você procura em um determinado emprego?
Desafio, envolvimento e chance para contribuir para a empresa.
Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Sim. Dê exemplos de seus trabalhos anteriores.
Por que você acha que devemos contratá-lo?
Conte os benefícios que você vai trazer e como pode, com seu desempenho, gerar lucros para a empresa.
Liste as cinco maiores realizações em sua carreira ou em seu emprego atual.
Escolha bem essas realizações e mencione aquelas mais recentes e condizentes com seu objetivo profissional.
Quanto tempo necessita para trazer uma contribuição para a nossa empresa?
Desde o primeiro dia e cada dia mais à medida que conhecer melhor a organização.
Quanto tempo pretende ficar conosco?
Enquanto houver oportunidade para crescer, progredir e contribuir para a empresa.
O que você acha do seu chefe anterior ou atual?
Nunca se deve falar mal. Cite algo positivo relacionado ao perfil profissional do mesmo, como “acho que é um profissional competente.”
Você poderia descrever alguma situação na qual seu trabalho tenha sido criticado?
Não deve reconhecer críticas ao seu trabalho, mas dizer que, às vezes ele foi discutido, mas não criticado.
Você é um líder? Dê exemplo.
Responda a essa pergunta com realizações do seu passado.
Você ajudou a reduzir custos? Como?
Exemplifique com resultados e realizações.
Fale sobre você.
Essa resposta deve ser muito bem-praticada. Procure ser sucinto, direto e focalize os resultados. Fale somente sobre assuntos profissionais.
Que tipo de decisões são mais difíceis para você?
Deve demonstrar sua capacidade analítica e dizer que aborda o processo decisório de forma lógica, identificando as alternativas e as premissas da decisão. Como ser humano, deverá dizer que as decisões mais difíceis são as aquelas referentes à vida de seus subordinados.
Se pudesse começar tudo de novo, o que faria diferente em sua carreira?
Mostre ser uma pessoa segura. Dizer que basicamente não mudaria nada. Obviamente, existem pequenas coisas na nossa carreira que poderiam ter sido feitas melhores e deveriam ser corrigidas.
Procure não mencioná-las.
Fonte http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/entrevista-emprego/as-pegadinhas-das-entrevistas-de-selecao

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O que falar e o que não falar na entrevista de emprego

entrevista de emprego é a ocasião que o selecionador tem para conhecer os candidatos às suas vagas em aberto. É nessa hora que serão confirmados todos os dados expostos no currículo e serão obtidos detalhes do perfil e da experiência dos interessados na vaga.

Essa conversa frente a frente pode ser uma aliada, mas também pode prejudicar o candidato. Por isso, é preciso tomar cuidado com o que se fala e com a imagem transmitida ao selecionador. Ser monossilábico é, sem dúvidas, um problema. Mas falar demais pode ser ainda mais perigoso.
Certos assuntos não devem, de forma alguma, ser discutidos durante a entrevista. Outros são extremamente importantes e agregam pontos ao candidato. Para ajudar a discernir o certo e o errado, conversamos com Elen Souza, Psicóloga e Consultora de Carreira da Catho, que explica o que falar e o que não falar nessa hora tão importante no processo de seleção.

O que falar?

- Fale das suas principais qualificações acadêmicas e profissionais, sempre relacionando-as com a vaga de interesse;
- Mostre interesse na vaga e na empresa, diga o quanto ela poderá contribuir para o seu crescimento profissional e como você também poderá contribuir estando em seu quadro de funcionários;
- Comente sobre a empresa, demonstrando que pesquisou sobre o seu ramo de atuação e que tem real interesse na vaga;
- Questione sobre as atividades desenvolvidas pela posição que está concorrendo e, em seguida, fale sobre os conhecimentos que possui e que podem contribuir para o desenvolvimento do trabalho proposto.

O que não falar?

- Não faça comentários pessoais sobre a empresa ou o chefe anterior. Ex.: “Meu chefe era incompetente” ou “A empresa nunca pagava em dia”. Esses comentários certamente serão vistos de forma negativa pelo selecionador. Atenha-se a informações formais, como atribuições do cargo que ocupa e trabalhos desenvolvidos;
- Não demonstre falta de interesse na vaga quando perguntado sobre o porquê quis participar do processo – isso vai prejudicá-lo na seleção. Ex.: “Na verdade, eu tenho interesse em atuar em outra área, mas como apareceu esta oportunidade eu resolvi tentar”;
- Nunca coloque em questão a idoneidade da empresa. Fazer comentários que indicam insegurança com relação aos serviços oferecidos pela empresa é um erro incorrigível;
- Não questione o selecionador sobre costumes internos da empresa, como emendas de feriados, por exemplo. Esse tipo de questionamento pode transmitir uma imagem de profissional pouco comprometido com o trabalho ou desinteressado;
Lembre-se que a entrevista de emprego é um momento decisivo do processo seletivo. Portanto, apresentar-se bem é fundamental.
Fonte http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/o-que-falar-e-o-que-nao-falar-na-entrevista-de-emprego?sc_source=b2c:newsletter&sc_medium=2015-09-04ces&sc_campaign=ces&sc_content=carreira_sucesso_materia3&utm_source=b2c:newsletter&utm_medium=2015-09-04ces&utm_campaign=522&utm_content=carreira_sucesso_materia3

sexta-feira, 26 de junho de 2015

O que destacar no currículo para Jovem Aprendiz?

É comum a dificuldade de elaborar um currículo, principalmente para aqueles que estão em busca do primeiro emprego. Antes de elaborar o currículo, o jovem aprendiz deve ter em mente os principais conhecimentos exigidos pelo mundo corporativo, além de ter noção da área em que deseja construir sua carreira.
O mercado de recrutamento exige cada vez mais que os currículos sejam personalizados e contenham informações específicas para cada área. No entanto, existem dicas gerais que podem ajudar o jovem aprendiz a ter um currículo mais competitivo. Confira, na sequência, as dicas que a assessora de carreira da Catho, Juliana Pereira formulou.
É fundamental que, ao produzir um currículo para se candidatar às vagas de jovem aprendiz, o profissional destaque suas principais qualificações, como formação acadêmica, cursos extracurriculares e os conhecimentos e habilidades adquiridos durante o período de estudos.
O currículo também deve conter os dados pessoais e de contato do candidato, como nome completo, endereço, telefone e e-mail. É bom evitar expor dados confidenciais, como os documentos pessoais RG e CPF. Eles serão necessários apenas no momento da contratação.
O objetivo profissional deve ser destacado e preenchido de forma clara no currículo, denominações muito amplas não são indicadas, se o objetivo é ser Jovem Aprendiz, este deve ser o nome do cargo pretendido.
No campo de ‘Resumo de Qualificações’, habilidades, aptidões e competências profissionais devem ser listadas. Caso o profissional nunca tenha trabalhado ou realizado estágio em alguma empresa, vale caprichar no item onde cita a relação dos principais cursos, palestras e workshops realizados.
O grau de escolaridade, nome da instituição, data de conclusão do curso e conhecimentos em idiomas e em informática também devem ser destacados. Vale lembrar que as características pessoais e hobbies são itens que devem ser deixados apenas para o momento da entrevista presencial.​
Fonte http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/o-que-destacar-no-curriculo-para-jovem-aprendiz

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como elaborar um bom currículo?

Autor: Marcela Alves

Quem busca por uma colocação no mercado ou por novas oportunidades profissionais precisa estar atento na hora de redigir o currículo. Porta de entrada do candidato para o mercado de trabalho, ele deve ser objetivo, conter informações sobre as experiências do profissional e estar de acordo com o cargo a que se destina. Além disso, deve ter estrutura limpa, bem organizada e passar por minuciosa revisão antes de ser enviado.
Você sabe o que não pode faltar em um bom currículo? E o que é dispensável? Habilidades, pontos positivos, formação acadêmica… Confira algumas dicas de como elaborá-lo de forma clara para aumentar as suas chances de ser selecionado.

Dados Pessoais
Nome completo, idade e estado civil devem aparecer logo no início do documento. É fundamental incluir também telefone e e-mail para que a empresa possa contatá-lo facilmente.
Objetivo
Seu objetivo profissional deve ser descrito em apenas uma linha, abordando somente o cargo e a área de interesse. Evite indicar mais de uma área em um mesmo currículo.
Formação acadêmica
Coloque o nome da instituição de ensino, curso e datas de início e término dos cursos que frequentou, apresentando-os por ordem de importância (pós-graduação, graduação etc.). Cursos técnicos só devem ser citados se tiverem relação com a área pretendida ou se você não possuir curso de graduação.
Experiência profissional
Mencione nome da empresa, cargo, período de atuação e suas atribuições de forma sucinta. Mas esteja atento para a descrição das atividades desenvolvidas, pois é através deste item que o selecionador conhecerá o seu potencial. Coloque-as, se possível, em forma de itens para facilitar a avaliação.
Idiomas
Cite apenas o idioma e o nível de conhecimento que possui. Se você estiver estudando algum, deixe isso claro no currículo. Lembre-se que se for necessário para o cargo, você será testado e deverá comprovar o nível declarado.
Informática
Coloque o nível real de seu conhecimento técnico das ferramentas de informática e internet. Seja sincero, pois quando as vagas necessitam de algum programa específico, testes podem ser aplicados.
Cursos
Cite apenas os cursos relacionados à área de interesse. Coloque o tema e o nome das instituições onde foram realizados.

Lembre-se:

- O currículo deve ter, no máximo, duas páginas com as informações necessárias para o cargo.
- Coloque foto somente se for exigência para a vaga desejada. Neste caso, ela deve ser 3×4, ter boa qualidade e priorizar uma postura profissional.
- Para quem busca o primeiro emprego, vale ressaltar no currículo as experiências na faculdade, estágios, cursos, trabalhos voluntários, habilidades e aptidões.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

O que não colocar no currículo

Há materiais diversos pela internet ou em revistas e jornais que explicam e/ou oferecem dicas simples que auxiliam as pessoas a produzirem bons currículos. Ótimo, mas com a evolução do processo seletivo a maneira de criar um currículo também mudou. Você sabe o que não deve mais ser inserido em seu currículo?
Alguns candidatos colocam fotos anexas, outros incluem um campo com carta de apresentação. Mas estas informações, por exemplo, não são necessárias no currículo, a não ser que seja solicitado. Conheça outros itens que você não deve colocar no seu currículo, com dicas da Psicóloga e Consultora de Carreira da Catho, Elen Souza.

“Curriculum Vitae”

Muitas pessoas ainda usam o termo ultrapassado no início do currículo. Não precisa colocar nenhum título no CV, afinal, a primeira coisa que deve ser vista é o nome do profissional, seguido de seus dados pessoais, experiências e conhecimentos.

Número de Documentos

Não é necessário. Hoje as empresas, em sua maioria, só necessitam destes dados no momento da contratação. Além disso, é importante tomar cuidado com essas informações. Lembre-se que o currículo é um documento que qualquer pessoa pode ter acesso.

Pretensão Salarial

É importante demonstrarmos certa flexibilidade. Em alguns casos, um emprego com salário um pouco mais baixo, porém com muitos benefícios, pode ser o desejo de muitos profissionais. Somente cite a pretensão salarial se no anúncio da vaga solicitar. Caso contrário, deixe esta informação de fora.

Referências profissionais

Estas informações devem ser entregues em folha a parte, caso solicitado no momento da entrevista. Não devem constar no currículo. Leia atentamente a descrição da vaga e caso as referências seja uma das informações necessárias leve separado.

Assinatura

Existem alguns documentos que pedem assinatura no final, como uma carta, por exemplo. Entretanto, o currículo é outro tipo de documento e a assinatura é algo totalmente dispensável.
Fonte http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/o-que-nao-colocar-no-curriculo